Publicado por: Autor | 09/04/2011

O Rio muito mais triste…

Reportagem de O Globo.

 

“Não tenho vergonha de dizer que estou triste”, é a frase de Mário Quintana. Eu não tenho vergonha de dizer, estou triste como quem perde 12 amigos.

Fui aluna de uma escola pública, municipal. Ao ver toda essa tragédia, lembrei de mim, com minha blusa branca e emblema do Rio no bolso, saia azul marinho de preguinhas, um tênis Bamba, e uma mochila da “Company” comprada no camelô de Madureira. Me vi sentada na sala da 7a. Série do 1o. grau, aos 13 anos,  tendo aulas com a Dona Graça, minha professora de Biologia e que era uma das poucas que acreditavam que eu, aluna de escola pública de Vigário Geral iria conseguir estudar Medicina numa faculdade federal. Nessa época, nem minha mãe acreditava nisso, pois éramos tão pobres. Me vi ali, naquela escola de Realengo, sentada na carteira ao lado dessas crianças, comendo a mesma merenda (será que ainda servem macarrão com salsicha?), sonhando os mesmos sonhos. Ontem eu ouvia Menudo, hoje, aquelas meninas devem ouvir Justin Bieber, mas a foto do ídolo na capa do caderno nos une através do tempo.

E agora a dor ultrapassa a fronteira do tempo. E apesar dos longos anos que separam a aluna de escola pública de ontem, que eu fui, e esses alunos de escola pública de hoje, que eles são. Fica a enorme dor, fica a imagem de mim mesma, perdendo os meus amigos de escola, como são essas crianças. É muito triste perder nossos amigos. Não, não tenho vergonha de dizer que estou triste e que tenho chorado muito por eles que se foram de uma forma tão incompreensível.

Publicado por: Autor | 16/01/2011

Omissão sócio-ambiental causa sofrimento.

PROTESTO PACÍFICO:

RIO 600 MORTOS – TSUNAMI DO DESCASO

Data: 19/01 às 10hs.
Em frente ao Palácio Guanabara.

Não conseguimos controlar o clima, porém, não nos falta conhecimento científico-tecnológico para aplicarmos medidas de prevenção e assim evitar que os eventos climáticos se transformem em tragédias anunciadas. Parece que falta é vontade política e social para agir.

Hoje, o valor gasto para colocar “fita adesiva” em cortes dilacerantes na carne da população é muito maior do que o gasto em ações para evitar tanto sofrimento. O povo das áreas atingidas pelos temporais sofre não apenas pelo excesso de chuva, mas pela falta de programas efetivos de prevenção.

Especialistas em defesa civil, ambientalistas e meteorologistas demonstram que essa tragédia evitável é fruto de uma equação cruel, onde: Ocupação irregular do solo + falta de programas de habitação + falta de proteção de encostas + falta de investimento em estudos ecológicos + falta de ações de prevenção em defesa civil = TRAGÉDIA, MORTE, SOFRIMENTO DA POPULAÇÃO.

E nós temos dois caminhos a escolher: assistir pela TV, talvez até enviar donativos e assim ter a sensação que se fez algo OU ir à luta, cobrar ações CONCRETAS de prevenção contra eventos previsíveis pela ciência e tecnologia existente em nosso país.

Transformar o luto em luta, era o que nos ensinava nossa amiga Cleyde!

Não fique apenas assistindo pela TV, cobre que os governantes façam o que lhes cabe.

Mais informações, visite o Blog do Cel Paúl.

Publicado por: Autor | 18/12/2010

Fala Figueiredo ou “Tamo Juntos…”!

Figueiredo é um amigo de Cleyde. Daqueles de verdade mesmo, até por que, amigo que não é de verdade, não é amigo! Daqueles de todas as horas, em especial, das horas difíceis, quando precisamos de alguém sólido, que não desmancha no ar e que ao mesmo tempo tenha bom humor (como Cleyde nunca deixou de ter, apesar de todo sofrimento vivido). Então Fala Figueiredo, fala!

O NOVO GOVERNO, A PEC 300 E A CRIMINALIZAÇÃO DA POLÍCIA.

Por Fábio F. Figueiredo, Inspetor de Polícia, especial para o Blog Repórter de Crime:

 “DEFINA CRIME: É todo o ato realizado em pecado, ou seja, cometido de propósito ou conscientemente para prejudicar alguém ou obter um proveito ilegítimo ou irresponsável” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Crime).

Quando consideramos a questão da segurança pública no Brasil e em especial no Estado do Rio de Janeiro, verificamos que existe uma percepção coletiva de que o profissional que desempenha essa atividade “na ponta”, na “linha de frente” deveria ser prestigiado, bem remunerado e amparado para que possa COLOCAR EM RISCO o seu bem maior, qual seja a sua própria vida, na defesa da sociedade. Paradoxalmente é comum ouvir das mesmas pessoas que assim entendem (quando os sindicatos representantes das classes policiais defendem uma maior remuneração para seus representados), que aqueles profissionais SABIAM quanto iriam receber quando realizaram o concurso público para o cargo ou função, não sendo razoável que “agora” venha demandar dos gestores públicos e da sociedade uma remuneração mais elevada, como necessária para conferir-lhes dignidade e segurança para seus familiares na eventualidade de sua morte em razão do exercício regular da profissão. Policiais estão colocados na categoria de “funcionários públicos”, quando na realidade não o são porque a sua práxis diária exige destes homens e mulheres muito mais do que é exigido de qualquer outro “funcionário” público. Dizemos em nossas reuniões que somente o Agente de Autoridade (o policial) SANGRA e MORRE pelo serviço público, por isso entendemos que somos SERVIDORES públicos e não apenas FUNCIONÁRIOS públicos, como a maioria. “Funcionários públicos” possuem horário de entrada e saída, não fazem hora extra, mas se o fizessem certamente receberiam pelas horas extras trabalhadas. Fazem juz a férias anuais, a licença prêmio e não carecem de autorização superior para se ausentar do estado ou do país, além de ser permitido que exerçam outras atividades remuneradas ou que tenham mais de uma matrícula, como no caso de médicos, professores, etc. Aos policiais é exigida DEDICAÇÃO INTEGRAL ao trabalho, acatamento às convocações (antes esporádicas e há anos cada vez mais freqüentes) para participar de Operações, Escalas de Reforço, permanência em serviço em suas unidades ATÉ QUE ESTEJA CONCLUÍDO o procedimento de autuação ou investigação em andamento, não sendo ainda permitido àqueles que se encontram “na ponta” o gozo de férias em meses de “pico de demanda” como Dezembro, Janeiro e Fevereiro ou em ocasiões festivas para a cidade e o estado onde o afluxo de turistas e visitantes diversos se multiplica (Panamericano, Copa do Mundo, Olimpíadas, etc). O segundo emprego, buscado por muitos para complementar sua renda e ofertar dignidade às suas famílias é ILEGAL, mas deixa de ser fiscalizado pelos SUPERIORES e CHEFES IMEDIATOS pela impossibilidade de confrontar os “infratores” com os vencimentos indignos oferecidos pelo estado a estes profissionais. E, assim o fazendo, evitam o arrefecimento dos ânimos dentro daquele substrato profissional, que levaria a movimentos paredistas legítimos e necessários ao aperfeiçoamento das relações institucionais e à profissionalização das polícias. Mas onde fica o NOVO GOVERNO, a PEC 300 e a CRIMINALIZAÇÃO DA POLÍCIA neste contexto? E porque nos referimos a certo PROBLEMA DO COMPLEXO DO ALEMÃO? Analistas políticos, sociólogos, jornalistas e economistas destacam há meses que as contas do Governo Federal e as previsões de aumento das despesas para o NOVO GOVERNO não fecham, condenando o país a uma espiral perversa que impediria que as metas de Superávit Primário fossem alcançadas e/ou mantidas. E desta forma as promessas de campanha da candidata e a votação da PEC 300 vão sendo TORPEDEADAS pelas Lideranças Políticas na Câmara, tentando de todas as maneiras inculcarem no imaginário popular que o recrudescimento da violência no Rio de Janeiro NADA TEM a ver com o reconhecimento de uma MELHORIA SALARIAL para os profissionais da área. O líder do PMDB na Casa, Henrique Eduardo Alves (RN), comentou que não “há vinculação de um tema com o outro”. E disse que a PEC 300 está num impasse devido à rejeição da matéria pelos governadores eleitos, visivelmente PASSANDO A BOLA e o ônus político para os estados. Já o líder do PT na Câmara, Fernando Ferro (PE), por sua vez, disse que colocar a PEC 300 em pauta devido à violência no Rio deixaria transparecer a impressão que as facções criminosas estão pautando o Legislativo. “Não se pode fazer oportunismo mórbido. A segurança precisa de um debate amplo. Votar daria sinal que estamos sendo pautados pela violência, por traficante”, disse. Porém as mesmas “LIDERANÇAS” governamentais desejam ardentemente colocar em votação a questão da legalização dos BINGOS, sem ter o mesmo “escrúpulo” quanto ao fato de estarem sendo “pautados” por outras instâncias criminosas, como vazou recentemente para a sala de imprensa pelos próprios microfones e alto-falantes da casa. Deste modo tais “lideranças” Legislativas, somam esforços ao Executivo Estadual e Federal em um esforço conjunto para CRIMINALIZAR as legítimas demandas dos Agentes de Autoridade por um reconhecimento digno em seus contracheques que faça juz ao empenho e sacrifícios demandados em nome da Segurança Pública Nacional. Enquanto isso o Judiciário e o Ministério Público, que fingem NADA TER A VER com os orçamentos ou os destinos da Segurança Pública (e na prática, dentro do modelo atual não têm mesmo), tratam de encaminhar suas demandas por melhores vencimentos ao Congresso, promovendo o aumento a Juízes e também Promotores, que de forma idêntica, nos mesmos moldes do proposto pelo STF (fixado em 14,79%), elevam o TOPO DA PROFISSÃO (Procurador-Geral da República) a míseros R$ 30.675,48 com vigência a contar de janeiro de 2011, refletindo-se em todas as categorias inferiores do Judiciário e do Ministério Público. Então, por essa “lógica governamental criminosa” somos nós, os POLICIAIS (em razão do nosso grande efetivo nacional), que seríamos os responsáveis pelo DÉFICIT orçamentário projetado e não o SACO DE BONDADES distribuídas a aliados políticos ou os aumentos projetados para o Executivo, Legislativo, Judiciário e o Ministério Público. Faz sentido. Afinal, nós, os policiais, somos DESCARTÁVEIS. Somos utilizados e acordo com as conveniências políticas do momento, consoante a pauta da mídia e da imbecilidade do crime organizado (?) que ainda não percebeu o que os bicheiros perceberam décadas atrás quando assumiram o controle do carnaval, pautando as agendas municipais e estaduais às suas conveniências. E, ao que parece ninguém dentre os “çábios” do Executivo, Legislativo, do Ministério da Justiça ou da Secretaria Nacional de Segurança Pública assistiu ao filme Tropa de Elite 2, porque se o tivessem feito perceberiam o risco tremendo para a democracia que representam as milícias que são, salvo engano, nada mais do que uma “evolução perversa” da segurança privada promovida pelos policiais aos empresários, ricos e bem nascidos nos “bicos”, nos segundos empregos. Segurança privada essa que agora é estendida criminosamente aos substratos mais frágeis da população. Quanto ao PROBLEMA DO COMPLEXO DO ALEMÃO, para o desespero dos políticos nacionais, a sociedade teve o vislumbre (ainda que pálido) do que representaria ter uma polícia eficiente, precisa e livre das amarras das agendas de conveniência momentâneas. Livres da escravidão, bafejados pelos ares da liberdade e da paz, até mesmo o homem médio, o cidadão mais humilde, percebe que existe OUTRA REALIDADE que pode ser alcançada e vivenciada, não sendo mais possível um retrocesso aos descasos públicos de alhures, mesmo passadas as agendas da Copa do Mundo e das Olimpíadas. E como explicar a este mesmo cidadão que temos um sistema Jurídico que possui uma POLÍCIA MAL PAGA atuando na investigação, na coleta da PROVA (indícios de materialidade autoria), enquanto o Ministério Público (Promotores, Analistas e Técnicos) e o Judiciário (Juízes, Analistas e Técnicos) desfrutam de excelentes vencimentos e diversos benefícios negados àqueles que lhes oferecem a MATÉRIA PRIMA para as denúncias e julgados? A quem interessa uma POLÍCIA mal paga, fragilizada pelo abandono e ausência de benefícios indiretos concedidos a outras categorias funcionais composta igualmente por Operadores do Direito? Certamente que não interessa ao cidadão comum e muito menos ao País ou ao Estado de Direito Democrático. E apesar dos problemas e das críticas que podem ser feitas à Operação Avalanche, como “batizaram” os caveiras, o SUCESSO obtido até aqui com a LIBERTAÇÃO da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão parecem apontar para a NECESSIDADE de que sejam “sacrificados” os POUPUDOS AUMENTOS do Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público em prol de um reconhecimento mais expressivo às categorias Policiais Civis, Militares e Bombeiros Militar. E seria bom que esse desprendimento e “espírito cívico” fossem propostos pelas LIDERANÇAS destes poderes constituídos, antes que o cidadão brasileiro comece a fazer contas, verificando que R$ 30.000,00 (Trinta mil Reais) mensais, fora os benefícios indiretos, pagariam vencimentos melhores a 10 (Dez) Policiais Civis, Militares e Bombeiros. Termino parafraseando um anuncio veiculado tempos atrás pela Ordem dos Advogados do Brasil que dizia que “Sem advogado não existe justiça” o que efetivamente é uma verdade, porém SEM POLÍCIA NÃO EXISTE SOCIEDADE e agora a escolha está nas mãos dos cidadãos deste estado e desta nação. Por fim, mas não menos importante, reproduzo (sem autorização formal, mas certo da autorização tácita de nossa amizade) um e-mail postado por um colega e amigo em um Grupo de Discussão de Policiais Civis cariocas e fluminenses que dá bem O TOM de nosso desespero, inconformismo, desgosto e descrédito para com o Estado Brasileiro, representado pelos Governos Federal e Estadual. Segue o texto do referido e-mail postado pelo colega Luiz: “Em recente entrevista concedida à apresentadora Marília Gabriela em seu programa do GNT, o desembargador Walter Maierovitch, presidente da Fundação Giovanni Falconni, foi diretíssimo ao ponto, citando o próprio Giovanni Falconni, Juiz italiano que combateu a máfia, diga-se de passagem, com muito êxito sendo, porém assassinado quando a máfia explodiu o seu carro e todos os demais que estavam na ponte que foi também explodida. Mas, vamos à frase que me impressionou tanto e que acho que deveria ser o lema de nossas campanhas por melhores salários, melhores condições de trabalho e mais dignidade: “Quando o Estado abandona seus servidores, deixando-os à mercê do outro lado, é porque, muito provavelmente, o Estado está do outro lado!” Simplesmente GENIAL !!! Estive, ao longo destes já muitos anos de grupo PCERJ, pensando nisso; exatamente nisso, mas jamais consegui sintetizar o que pensava em uma frase, mas agora eu tenho a frase. Não é por acaso que ganhamos pouco, não é por caso que não temos um decente plano de carreiras, não é por acaso que não temos plano de saúde ou hospital decente, não é por acaso que somos tratados como capitães-do-mato, (caçadores de negros fujões), não é por caso que somos vítimas de assédio moral de chefes e delegados, não é por acaso que sofremos as punições geográficas, não é por acaso que todas estas coisas acontecem. Elas, estas coisas, pretendem abater o nosso moral, para poder comprar a nossa moral! Uma pessoa abatida, sofrida, humilhada, com dificuldades, acaba, depois de muita luta, por se acostumar com isso. Grita muito no primeiro dia, grita no segundo, fala alto no terceiro, fala no quarto, sussurra no quinto, se cala no sexto dia. É nisso que apostam os nossos “donos”, se o Leblon e a Barra forem muito bem, que se dane Vigário Geral. Sempre fui moderado e conciliador, mas hoje acredito firmemente que não há mais como fingir que não percebemos isso. O Estado é “meu” inimigo! O que serve ao Estado não me serve. Certamente os donos do estado não estão pensando em como eu vivo e como vive a minha família e a de todo policial. Que continuemos morrendo na folga, que morramos nas batalhas dos morros, que ganhemos pouco para que a nossa corrupção seja bem baratinha, afinal de contas todo cidadão tem direito de fumar um baseado, de comprar droga, de comprar peças de carros roubados, de vender sem nota-fiscal, de transitar com seus caminhões com mercadoria sem nota fiscal, de receber propina para aprovar obras, de receber propina para não fiscalizar, de receber propina para votar a favor do dono do estado, e ao final de tudo dizer: como é corrupta a nossa polícia. Chega! Para mim, o estado está do outro lado!”

O BLOG REPÓRTE DE CRIME, é publicado pelo premidado Jornalista Jorge Antônio Barros, no Globo On Line, Coluna do Ancelmo Góes.

Publicado por: Autor | 26/11/2010

Sim, nós podemos!

 

Coronel Mário Sérgio - Comandante do Bem!

Nós podemos ter paz.

Nós podemos acreditar que o Bom vence o Mau.

Nós podemos ter esperança na Liberdade.

Nós podemos ter o Rio de Janeiro que sorri de volta.

Sim, nós podemos apoiar a Polícia que nos apoia!

Publicado por: Autor | 25/08/2010

Meu coração não sei porque …

… Bate feliz, quando te vê! 

Cleyde Prado Maia

 

“Carinhoso” era uma das músicas preferidas de Cleyde. Assim era Cleyde: carinhosa, atenciosa, amiga, gentil, divertida, guerreira, solidária. Não lhe faltavam qualidades.

Dia 27 de agosto Cleyde completaria 53 anos. Nos deixou cedo e cheios de saudades!

Nós, amigos, familiares, admiradores de Cleyde sabemos sim porque “nosso coração bate feliz quando te vê”: você foi, é e sempre será eterna, especial em nossas vidas, viva em nossos corações.
O aniversário é seu mas o presente é nosso.
Dia 27 iremos comemorar sua linda passagem por aqui e o amor que deixou no coração de cada um de nós.  Obrigado por tudo.

(PS: a música “Carinhoso” é de autoria de João de Barro e Pixinguinha)
Publicado por: Autor | 03/05/2010

Bate-Papo com o Núcleo de Mulheres

Bate-Papo - RJTV Rede Globo

Neste sábado, 1 de maio, foi exibido no quadro Bate-Papo do RJTV uma entrevista com Lúcia Leite do Núcleo de Mulheres do Alemão.
Lúcia é uma mulher batalhadora, guerreira que junto com outras mulheres desenvolve um belíssimo e importante trabalho social na comunidade do Alemão. Como já falamos aqui em outras postagens, Cleyde era uma admiradora e incentivadora de seu trabalho.

Lucia Leite - RJTV Rede Globo

Na entrevista Lúcia falou do trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Mulheres e sua trajetória dentro do movimento e do sonho de poder levar as crianças e adolescentes a museus e instituições culturais. Segundo Lúcia, a cultura e a educação são a base de tudo.

Lucia e Edney Silvestre - RJTV Rede Globo

Parabéns a Lúcia e a todos os colaboradores do Núcleo de Mulheres !

Assista a entrevista no site do RJTV.

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